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	<title>Comentários em: Em defesa das minorias</title>
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	<description>Mau humor, humor negro e cabeças movidas a alcóol</description>
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		<title>Por: Os melhores do ano passado &#124; Os Amorais</title>
		<link>http://www.osamorais.com.br/2009/03/12/em-defesa-das-minorias/comment-page-1/#comment-2490</link>
		<dc:creator>Os melhores do ano passado &#124; Os Amorais</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Jan 2010 13:53:48 +0000</pubDate>
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		<description>[...] não estão bem Em defesa do foda-se Toda mulher quer um babaca; ou Ser o cara legal é uma merda Em defesa das minorias Matanza e o Universo Masculino Preconceito e Discriminação – Final – A máscara do [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] não estão bem Em defesa do foda-se Toda mulher quer um babaca; ou Ser o cara legal é uma merda Em defesa das minorias Matanza e o Universo Masculino Preconceito e Discriminação – Final – A máscara do [...]</p>
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		<title>Por: Claudia</title>
		<link>http://www.osamorais.com.br/2009/03/12/em-defesa-das-minorias/comment-page-1/#comment-732</link>
		<dc:creator>Claudia</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 31 Jul 2009 16:09:36 +0000</pubDate>
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		<description>Franquias de pensamentos...
Freud = psicanalise
Deleuze = filosofia</description>
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Freud = psicanalise<br />
Deleuze = filosofia</p>
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		<title>Por: Em defesa das minorias - Parte 2 &#124; Os Amorais</title>
		<link>http://www.osamorais.com.br/2009/03/12/em-defesa-das-minorias/comment-page-1/#comment-193</link>
		<dc:creator>Em defesa das minorias - Parte 2 &#124; Os Amorais</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Mar 2009 04:10:54 +0000</pubDate>
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		<description>[...] último texto gerou alguma polêmica, né? Uns emails, comentários abertos do Fernando e o cunhado advogado do [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] último texto gerou alguma polêmica, né? Uns emails, comentários abertos do Fernando e o cunhado advogado do [...]</p>
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		<title>Por: Fernando</title>
		<link>http://www.osamorais.com.br/2009/03/12/em-defesa-das-minorias/comment-page-1/#comment-192</link>
		<dc:creator>Fernando</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 15 Mar 2009 23:52:11 +0000</pubDate>
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		<description>A erudição &quot;papagueadora&quot; é um mal, mas pior são aqueles que falam sem conhecimento de causa citando frases apócrifas desses pensadores. Claro, ensine a Teogonia de Hesíodo a um papagaio e ele será um erudito. Rui Barbosa dizia em sua época: &quot;Vulgar é o ler e raroo refletir&quot;. Penso que isso seja válido para os &quot;universOTÁRIOS&quot; de nossas universidades públicas.

Também conheço bons advogados mas são poucos, a maioria só conhece os códigos, passou disso, ignoram solenemente quaisquer assuntos.

No que tange a pedagogia Vigotsky, Wallon, Piaget, Freinet são patrimônio da humanidade e eles não são aplicados só no Brasil. Claro que a cultura influencia mas não é determinante. Wallon por exemplo, dizia que a emotividade está ligada ao fator da cogniscibilidade e isso é válido.

Agora entendo sua indignação Diego e partilho dela.
Novamente, abraços!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A erudição &#8220;papagueadora&#8221; é um mal, mas pior são aqueles que falam sem conhecimento de causa citando frases apócrifas desses pensadores. Claro, ensine a Teogonia de Hesíodo a um papagaio e ele será um erudito. Rui Barbosa dizia em sua época: &#8220;Vulgar é o ler e raroo refletir&#8221;. Penso que isso seja válido para os &#8220;universOTÁRIOS&#8221; de nossas universidades públicas.</p>
<p>Também conheço bons advogados mas são poucos, a maioria só conhece os códigos, passou disso, ignoram solenemente quaisquer assuntos.</p>
<p>No que tange a pedagogia Vigotsky, Wallon, Piaget, Freinet são patrimônio da humanidade e eles não são aplicados só no Brasil. Claro que a cultura influencia mas não é determinante. Wallon por exemplo, dizia que a emotividade está ligada ao fator da cogniscibilidade e isso é válido.</p>
<p>Agora entendo sua indignação Diego e partilho dela.<br />
Novamente, abraços!</p>
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		<title>Por: Diego Marques</title>
		<link>http://www.osamorais.com.br/2009/03/12/em-defesa-das-minorias/comment-page-1/#comment-191</link>
		<dc:creator>Diego Marques</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 15 Mar 2009 22:25:06 +0000</pubDate>
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		<description>Fernando,

Como já dizia o açougueiro: vamos por partes. Eu não gosto do conceito &quot;homem erudito&quot;. Existem pessoas inteligentes e ponto. Um raciocínio rápido, senso crítico e uma mente brilhante destacam-se muito mais do que a erudição de um indivíduo qualquer. Sobre pessoas vazias e enciclopédias ambulantes: no fundo são a mesma coisa. Ter lido a obra de Freud e não sustentar um argumento frente uma crítica pertinente, vale de que? Qual a vantagem de ser um &quot;academicista&quot;, quando se é incapaz de produzir uma argumentação sólida, pensar pelas próprias pernas? Eu costumo brincar: Nietzsche não é muleta pra vagabundo, é dinamite para quem quer revolucionar um ou vários conceitos.

Sobre advogados: claro que existem ótimos. Assim como existem ótimos universitários, pedagogos, pedreiros etc. O foco da crítica são os medíocres, cuja vaidade os impede de crescer, de assumir sua insignificância diante do universo. Aliás, o texto inteiro é um ataque frontal àqueles que, no afã de fugirem da própria pequeneza, usam o conhecimento de forma reles. Resvalam na lama do &quot;academicismo&quot;, quando deveriam se elevar com seus próprios pensamentos. O saber deveria erguer o homem, não nivelá-lo ao chiqueiro das &quot;massas intelectuais&quot;.

Sobre a pedagogia: claro que é importante. Eu mesmo disse que tenho razões para &quot;pensar a pedagogia&quot;. Mais uma vez: a crítica se dá ao modo como a usam. Somos todos pessoas, meu caro, mas há diferenças enormes entre uma cultura e outra. E mesmo pertencendo a mesma espécie, somos fruto da cultura em que vivemos. O que reclamo é da falta de experimentos, no sentido de dar uma aplicação &quot;brasileira&quot; para uma teoria validada em um meio completamente distinto. É uma questão de método científico.

Veja que minha argumentação é linear: primeiro ataco o fato de não pensarem por suas próprias pernas, e depois mostro um exemplo prático - em um ambiente pedagógico, como vão aplicar Vigotsky e Piaget, se são incapazes de ponderar as diferenças de contexto e tempo? Mas ainda aqui, vale ressaltar, existem exceções. Pude conhecê-las e observá-las de perto. E é exatamente por ter visto exemplos de excelência, que me posiciono contra a mediocridade dominante.

Abraços,
Diego.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Fernando,</p>
<p>Como já dizia o açougueiro: vamos por partes. Eu não gosto do conceito &#8220;homem erudito&#8221;. Existem pessoas inteligentes e ponto. Um raciocínio rápido, senso crítico e uma mente brilhante destacam-se muito mais do que a erudição de um indivíduo qualquer. Sobre pessoas vazias e enciclopédias ambulantes: no fundo são a mesma coisa. Ter lido a obra de Freud e não sustentar um argumento frente uma crítica pertinente, vale de que? Qual a vantagem de ser um &#8220;academicista&#8221;, quando se é incapaz de produzir uma argumentação sólida, pensar pelas próprias pernas? Eu costumo brincar: Nietzsche não é muleta pra vagabundo, é dinamite para quem quer revolucionar um ou vários conceitos.</p>
<p>Sobre advogados: claro que existem ótimos. Assim como existem ótimos universitários, pedagogos, pedreiros etc. O foco da crítica são os medíocres, cuja vaidade os impede de crescer, de assumir sua insignificância diante do universo. Aliás, o texto inteiro é um ataque frontal àqueles que, no afã de fugirem da própria pequeneza, usam o conhecimento de forma reles. Resvalam na lama do &#8220;academicismo&#8221;, quando deveriam se elevar com seus próprios pensamentos. O saber deveria erguer o homem, não nivelá-lo ao chiqueiro das &#8220;massas intelectuais&#8221;.</p>
<p>Sobre a pedagogia: claro que é importante. Eu mesmo disse que tenho razões para &#8220;pensar a pedagogia&#8221;. Mais uma vez: a crítica se dá ao modo como a usam. Somos todos pessoas, meu caro, mas há diferenças enormes entre uma cultura e outra. E mesmo pertencendo a mesma espécie, somos fruto da cultura em que vivemos. O que reclamo é da falta de experimentos, no sentido de dar uma aplicação &#8220;brasileira&#8221; para uma teoria validada em um meio completamente distinto. É uma questão de método científico.</p>
<p>Veja que minha argumentação é linear: primeiro ataco o fato de não pensarem por suas próprias pernas, e depois mostro um exemplo prático &#8211; em um ambiente pedagógico, como vão aplicar Vigotsky e Piaget, se são incapazes de ponderar as diferenças de contexto e tempo? Mas ainda aqui, vale ressaltar, existem exceções. Pude conhecê-las e observá-las de perto. E é exatamente por ter visto exemplos de excelência, que me posiciono contra a mediocridade dominante.</p>
<p>Abraços,<br />
Diego.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Por: Fernando</title>
		<link>http://www.osamorais.com.br/2009/03/12/em-defesa-das-minorias/comment-page-1/#comment-189</link>
		<dc:creator>Fernando</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 15 Mar 2009 21:30:13 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.osamorais.com.br/?p=550#comment-189</guid>
		<description>Diego o seu texto está muito bem escrito, concordo em parte com você. Nas faculdades a maioria dos alunos é burra. A pior coisa é falar sem conhecimento de causa. agora se alguém reproduz algo e quiser discutir o que o autor quis dizer ponto pra ela. Mas ainda assim é melhor reproduzir do que aqules aventureiros que dizem ter lido tal ou qual livro e não leram e que citam Jung pensando que é Freud, ou ainda colocam nas penas dos grandes pensadores frases que nunca escreveram. Eu mesmo prefiro enciclopédias ambulantes do que pessoas vazias, ao menos essas falam com conhecimento de causa. Penso que todo homem erudito deve conhecer de tudo um pouco e não se restringir a uma área.

Muitos juriconsultos carecem de outros conhecimentos e isso é fato. Os advogados são as pessoas que mais deveriam ter amplos conhecimentos acerca de quase todas as ciências. pois lidam com pessoas e leis. Opa, não se esqueça que Paulo Freire era brasileiro e foi reconhecido internacionalmente, e que temos Rubem Alves, Mário Sérgio Cortela entre outros. Quanto as pedagogias de fora, penso que são muito bem-vindas. Se você não aceita é por reducionismo puro. 

Diego eu também sou professor e aqui nesse ponto discordo totalmente de você. Não sou pedagogo (pretendo cursar mais para frente), mas creio na pedagogia. Pessoas são iguais em toda parte do mundo, uma mente sadia funciona praticamente da mesma forma no ensino-aprendizagem.  Não devo aceitar Piaget porque este era suiço? Não devo aceitar Vigotsky porque ele era russo? Cuidado com a síndrome de ufanismo de Policarpo quaresma! Se assim  for não devemos aceitar as leis da hereditariedade que foram descobertas por um monge austríaco e nem mesmo a Teoria da Evolução primeiramente proposta pelo francês Lamarck e depois pelo britânico Darwin. 

Pedagogia e didática são importantíssimas ainda mais por causa dos inúmeros professores &quot;sem noção&quot; que entram nas salas de aulas, que outra coisa não fazem que não seja desensinar. É isso, abração Diego.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Diego o seu texto está muito bem escrito, concordo em parte com você. Nas faculdades a maioria dos alunos é burra. A pior coisa é falar sem conhecimento de causa. agora se alguém reproduz algo e quiser discutir o que o autor quis dizer ponto pra ela. Mas ainda assim é melhor reproduzir do que aqules aventureiros que dizem ter lido tal ou qual livro e não leram e que citam Jung pensando que é Freud, ou ainda colocam nas penas dos grandes pensadores frases que nunca escreveram. Eu mesmo prefiro enciclopédias ambulantes do que pessoas vazias, ao menos essas falam com conhecimento de causa. Penso que todo homem erudito deve conhecer de tudo um pouco e não se restringir a uma área.</p>
<p>Muitos juriconsultos carecem de outros conhecimentos e isso é fato. Os advogados são as pessoas que mais deveriam ter amplos conhecimentos acerca de quase todas as ciências. pois lidam com pessoas e leis. Opa, não se esqueça que Paulo Freire era brasileiro e foi reconhecido internacionalmente, e que temos Rubem Alves, Mário Sérgio Cortela entre outros. Quanto as pedagogias de fora, penso que são muito bem-vindas. Se você não aceita é por reducionismo puro. </p>
<p>Diego eu também sou professor e aqui nesse ponto discordo totalmente de você. Não sou pedagogo (pretendo cursar mais para frente), mas creio na pedagogia. Pessoas são iguais em toda parte do mundo, uma mente sadia funciona praticamente da mesma forma no ensino-aprendizagem.  Não devo aceitar Piaget porque este era suiço? Não devo aceitar Vigotsky porque ele era russo? Cuidado com a síndrome de ufanismo de Policarpo quaresma! Se assim  for não devemos aceitar as leis da hereditariedade que foram descobertas por um monge austríaco e nem mesmo a Teoria da Evolução primeiramente proposta pelo francês Lamarck e depois pelo britânico Darwin. </p>
<p>Pedagogia e didática são importantíssimas ainda mais por causa dos inúmeros professores &#8220;sem noção&#8221; que entram nas salas de aulas, que outra coisa não fazem que não seja desensinar. É isso, abração Diego.</p>
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