Sem as amarras…
(Não, não é o Chuck Norris…)
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Poxa, eu tenho andado mesmo muito relaxado com os selos que meus amigos me mandam.
Desculpa, gente. É pura distração mesmo, do tipo ‘poxa, que show! No meu próximo post coloco no blog‘, mas aí acabo esquecendo, pois geralmente posto um tanto apressado. As futilidades profissionais também não ajudam… Enfim, mas chega dessa situação! Eu os vou repassando na ordem em que os fomos recebendo! Hoje, então, vou repassar um belo, e ‘classudo’ (^^), selo que recebi duas vezes, de dois ótimos amigos, o Fernando Félix, do DIÁRIO DE UM BOBO DA CORTE, e a Paki, do ENCONTRO COM MESTRES NOTÁVEIS. Ei-lo:
Sabem, quando recebi este selo do Félix, no ato pensei em repassar à Paki, foi até surpreendente receber dela também recentemente! A regra diz que, além de mostrar o selo e avisar aos que o recebem, eu posso repassar para até outros 15 blogs, mas, convenhamos, isso é um exagero… Os caras criam selos e se empolgam… Vou fazer como o Félix e a Paki fizeram, e escolher alguns que eu adoro! Sendo assim, repasso para os blogs:
Um Homem à antiga para um mundo novo
Ainda não falei com o Diego para ver se ele também quer elencar os preferidos dele, então pode ser que este selo ainda dê o que falar amanhã.
Abraços ravickais!
(Pós subscrito de alguém que se sente “FUUUU”: Acessei a web normalmente logo após o almoço! Até falei no msn! Pois, agora que finalmente terminei o post, não posso nem postar e nem salvar como rascunho pois a maledeta conexão não está funcionando!!! Vou deixar essa janela aberta pra não perder o post até ela voltar!- Atualização: 15:22 hs, e nada ainda! – At: São 16:00 agora, ainda bem que vim dar mais uma tentativa antes de ir, está funcionando ^^)











































Convenhamos que, de uma forma ou de outra, as nossas idéias (e atitudes) são concebidas com base em valores que nós absorvemos, sejam eles (e aí tanto faz) considerados preceitos éticos, morais, filosóficos, etc. O mais importante pra mim, nessa questão, é que as tais amarras não sejam provenientes de um elemento externo, quer dizer, o importante é que seja defeso a interferência. E aí eu vou ter que discordar da mensagem que a tira busca passar (a não ser que eu tenha entendido errado a mensagem), pois há significativa diferença, quase um abismo, entre os dois momentos referidos. Não posso os conceber sequer como semelhantes, dada a dimensão alcançada pelo direito de liberdade na atualidade.
abs,
Thiago.
uahuahuahu xDD
Gostei da tira a Humanidade sempre impoem restrições, mas apesar de tudo as vezes acho isso “bom” de uma certa forma, afinal se com “todas essas restrições” as pessoas perdem a linha (exemplo nosso querido Senador Sarney)…. Ae queria pedir desculpa pela minha Ausência, no entanto o trabalho e os cursos além da ordem filantropica que faço parte junto com o fato do meu computador estar queimado não tem me dado muito tempo para entrar, postar e principalmente comentar nos bons blogs que eu sigo….
E queria Agradecer pelo selo, é muito bom quando eu vejo um blog com o de vocês, gosta das postagens que venho fazendo em meu blog e me reconhecem de tal forma…. muuuuuuitissimo obrigado, um grande abç!
Amigo Ravick, você e o Diego merecem o selo. Quem vem aqui, no mínimo sai cheio de grilos pulando na mente. Vocês nos ajudam a pensar e rever paradigmas. Obrigada.
Quanto a tira, penso que somos esse sistema de regras, de crenças que nós mesmo construimos. No passado, como você diz, tinhamos uma identidade coletiva e nem sabíamos quem éramos. Nos identificavamos com o grupo. Evoluimos no conhecimento sobre”quem somos nós” e descobrimos que temos uma individualidade. mas somos ambos: indivíduo e grupo. Como onda e partícula. Essa é uma das nossas características.
Socialmente precisamos de regras. Como indivíduos precisamos impor limites e aí criamos regras. E assim caminha a humanidade.
Oi, gente! Antes de qlq coisa, obrigadão por comentarem e dividirem suas opiniões abertamente!
Bom, não discordo do que vocês disseram, embora eu tenda a achar que quanto a juízos sobre oq é “certo” ou “errado” quanto à forma de agir/pensar seja algo difícil de se formar sem grandes influências externas. Difícil, não impossível. Concordo também que há uma liberdade muito maior hoje, e que, quanto a isto, o, digamos, “efeito rebanho” não seja masi tão pronunciado quanto na Idade Média.
Em todo caso, a idéia para a tirinha me ocorreu ao perceber que, para quase todos os temas que eu consierasse havia um “senso comum” quanto ao que era correto ou não pensar/agir. Da mesma forma, uma vez que se defina algo como ético ou antiético, fica estabelecido uma forma à qual eu devo me sujeitar a seguir, seja sobre como agir/pensar. Sob minha ótica, o resultado final é algo semelhante (note-se que não discuto se tal é necessário ou não).
Eu não estudei, porém, o assunto a fundo. Por exemplo, ainda não entendi em que um “código de ética” difere , na prática, pelo menos, de uma moral… Enfim, sou mero curioso.
Oi Ravick, compreendi sua posição.
Também não sou lá muito entendida em nada, mas ouso opinar, por falta de medo de me expor. Acho que nos “encontramos” muito nesse aspecto.
Compreendo qualquer coisa ética, quando se refere ao indivíduo, seus valores naturais, sua natureza própria. Mesmo que isso implique em crenças pessoais.
E moral, percebo como algo criado por uma minoria para conduzir a boiada e organizar a sociedade.
Não estou me opondo a você, apenas acho esse espaço tão livre que parece que estou sozinha. Esqueço que estamos num diálogo, penso alto.
Abração